02 julho 2020

A dança e a cultura popular

Olá! Já ouviu falar que “quem dança seus males espanta”? Sim, sim. Eu conheço aquela outra versão. Mas, no meu caso, nada melhor do que sacudir o esqueleto para espantar o mal, a tristeza, o tédio, as dores do corpo e da alma.


Sempre fui apaixonada por dança. Sou daquelas que começa a mexer os pés até com a música do caminhão de gás. E como boa brasileira, aprecio demais nosso enorme, variado, lindo e delicioso leque de estilos de danças populares. Não há no mundo país com tanta diversidade na música e na dança. Tem pra todo gosto.


A dança pode ser recreativa, esportiva, profissional, clássica, contemporânea, popular. Ela disciplina seus músculos se praticada com regularidade, beneficia a saúde do corpo e da mente, socializa pessoas e grupos, desenvolve autoestima, desenvoltura, laços afetivos, identidade de uma família, de um estado, de um país. Afinal, falou em música, dança e Brasil, pensou em quê principalmente? Acertou se disse SAMBA! Não há como negar que é ele o maior representante dos nossos gingados. Mas em cada cantinho do Brasil encontramos outros estilos de se dançar. A lista é gigante: Forró, Frevo, Maracatu, Jongo, Carimbo, Coco, Bumba-meu-boi, Catira, Chula, Sertaneja, e muitas outras.  Então, citei os mais conhecidos. E em alguns deles, deixo links interessantes para a criança dançar ou descobrir qual é a história por trás da dança. O próprio samba pode ser dividido em subgrupos: samba de roda, pagode, gafieira, samba-rock, entre outros. Se você pesquisar cada um deles irá descobrir como a dança também conta a história política, social e econômica de um povo. 

Todas estas formas de se dançar tem uma história, uma ancestralidade, uma descendência. E vêm acompanhadas por ritmos contagiantes, cores vibrantes e muita alegria. Saiba você dançar o passo adequado ou não. O importante é não ficar parado.

Mas como as crianças podem conhecer, acompanhar e aproveitar tanta variedade de movimentos e sons? Para a criança o aspecto mais destacado durante a dança deve ser a diversão. E sem perceber, a criança estará descobrindo seu corpo e suas habilidades e limites em aspectos auditivos e motores. Desenvolvendo a criatividade, atenção e percepção espacial ao se movimentar livremente ou seguindo modelos. Expressando sentimentos, desejos, temperamento, disposição, preferências. Interagindo com outras pessoas e culturas. Valorizando o patrimônio cultural. Ampliando seu mundo de informações e aprendizagens. 

Ou seja: Brincadeiras dançantes nunca devem faltar na rotina das crianças. E na nossa também né adultos? Em nosso vídeo, estávamos realmente dançando ao som dos gêneros descritos nas legendas. Mas, por questões de direitos autorais, substituímos as músicas pela nossa trilha sonora oficial do Blog. No entanto, você pode acompanhar nossas brincadeiras dançantes seguindo a playlist que deixei a seguir.

Desafio#1: Vamos dançar

Monte sua playlist e escolha uma dança pra cada dia da semana. Aproveite que acabamos de sair do mês em que se festeja uma das mais tradicionais festas brasileiras (festa junina para alguns, São João para outros) e continue prestigiando a cultura nacional e se divertindo. Faça a folia aí na sua casa também. Experimente os diversos estilos, gêneros, ritmos, culinárias, histórias. Dance, cante e nos encante depois, com as fotos e vídeos que sei que vocês vão nos enviar.


É importante lembrar que, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), o tempo de tela para crianças de 4 a 5 anos (seja de celulares, computadores ou televisores) deve ser de, aproximadamente, 60 minutos ao dia!

Desafio#2: Vamos dançar mais um pouquinho

Agora, que tal dançar e brincar com o grupo Tiquequê. Vamos?



E não deixem de fazer seu comentário no nosso blog, tirem fotos e filmem! Registrem este momento! Vocês podem também nos encontrar no Google Classroom (para aprender a acessar, clique aqui)! Convidamos todas e todos a preencher o nosso questionário: ele nos dará pistas para descobrir como poderemos auxiliá-los neste momento tão complicado!

Roteiro, seleção de materiais e texto: Daniely Nobre
Participação: Heloísa e Bernardo
Edição de vídeo: Catarine Montanari
Vinheta: Fernanda Fusco
Efeitos sonoros: FreeSound.org

Um comentário:

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